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O que é o registro i250 ecd?

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8 Respostas

O resultado é que a validação passa, mas não entendi o registro I250 na ECD que o cliente gerou. Estamos num RISE with SAP, com o ECC antigo ainda rodando em paralelo, e geramos o arquivo de teste duas vezes. O arquivo sai sem erro de abertura, só que os arquivos anteriores têm contagem de linhas diferente nesse registro. Já comparei os dois lado a lado e já abri o layout do manual. Agora, pra ser justo, eu sou de FI e não da contabilidade societária. O que é o registro I250 da ECD e o que devo conferir nele?


Atualização:

Valeu, pessoal, ajudou muito. Testei o roteiro do manual primeiro e depois a tabela de campos, e o I250 da ECD fez bem mais sentido. Agora, pra ser justo, ainda sobrou uma dúvida: quando o SAP grava um valor diferente do que o contador espera nesse registro, quem ajusta, a configuração ou o lançamento? Alguém já passou por isso no RISE?

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Quando surge a dúvida sobre o que é o registro I250 da ECD, o caminho mais seguro é ler a definição no Manual da ECD, comparar com o que o SAP grava e levar qualquer diferença ao contador do cliente. Em projeto novo, faça isso na abertura do projeto e não na semana do fechamento. Mantenha um arquivo com a data da leitura do manual e outro com a conferência de campos, para que os arquivos de evidência existam quando alguém precisar. Quem classifica e quem entrega é decisão do cliente. Recomendação final: compare primeiro com uma geração de teste antes de gerar a definitiva. Para aprofundar, veja ECD e ECF no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O resultado é que o I250 da ECD fica claro em três passos seguintes: ler o manual, comparar com o que o SAP grava e levar a diferença ao cliente. E aí, até onde sei, a resposta sobre tributação não é nossa, é do contribuinte. Esse caminho vale quando o ERP está em migração, como o nosso, porque a conferência acompanha o desenho. Quando o desenho já está pronto, basta a leitura do manual.

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Daniel, discordo de separar o roteiro por tipo de cliente antes de ler o I250 da ECD. De cabeça, né, o certo é entender primeiro o registro e depois ver quem vai preencher o quê, porque senão o programa de geração sai com campos preenchidos conforme a suposição de alguém. Se a suposição estiver errada, ninguém percebe. Minha ordem seria manual, depois SAP, depois cliente, e a decisão fica com ele.

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O risco que já vi foi gerar o I250 da ECD com o período errado nos parâmetros e só perceber no fechamento. Pedro, no que você escreveu falou de comparar campo a campo. Em que momento você faz isso, antes ou depois de rodar a geração? E aí, na minha rotina, a pergunta é essa porque no S/4HANA 2021 a gente fecha em cima da hora e não sobra tempo para repetir.

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Concordo em parte com a Paula, a tabela ajuda, mas discordo de usar o mesmo roteiro para todo mundo. Pensando bem, ó, no telecom a gente separa por tipo de pessoa jurídica: as isentas e as obrigadas não passam pela mesma conferência do I250 da ECD. A tabela vale quando o cliente já sabe em qual grupo cai. Se ele não sabe, a dúvida volta para ele decidir, e a gente só configura o que ele disser.

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Será que o I250 depende do cadastro? Complementando a Paula, a tabela ajuda mais se você anotar de onde vem cada dado de identificação no SAP. Agora, a dúvida é: mesmo que os dados estejam certos no cadastro, quem confere antes de entregar? No nosso S/4HANA 2021 isso ficou sem dono, e foi aí que o registro da ECD virou problema.

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No meu dia a dia na farma, em vez de ler o manual inteiro, eu monto uma tabela com os campos do I250 da ECD e o que o SAP com GUEPARDO Tax grava em cada um. E aí, como de costume, mando para o contador do cliente validar. Esse caminho vale quando o livro digital já saiu e só falta entender. Quando as entidades do grupo têm escrituração própria, as dúvidas deverão ir para quem escritura. A leitura direta do manual serve quando a dúvida é só de definição.

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Se você quer saber o que é o registro I250 da ECD, a definição está no Manual da ECD, e é ele que manda, não a memória de ninguém. Depois que ler, confira se os campos que o SAP gravou correspondem à descrição do manual. Se correspondem, você conseguirá explicar a contagem de linhas sozinho. Na última auditoria, né, o que ajudou foi deixar anotada a página do manual consultada. Quem precisa gerar o livro e como classificar cada caso é decisão do cliente.

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