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Fóruns / ISS e retenções na fonte

Em Duque de Caxias RJ, que campo do documento fiscal recebe a alíquota de retenção de ISS no SAP?

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11 Respostas

Alguém já mexeu nisso? Estou num S/4HANA, em alimentos, migrando de outro ERP, e o documento fiscal de serviço de Duque de Caxias RJ chega sem o valor que deveria ir para a retenção de ISS. Tentei alterar o cadastro do fornecedor e o código de serviço, mas o ambiente de teste continua mostrando zero no campo. Pelo que vi, o truque é, tá, achar onde o sistema grava isso antes da nota ser gerada. Já conferi o layout padrão e não achei referência clara. Em qual campo do documento fiscal vocês veem essa alíquota de retenção, e ela sai do cadastro ou do próprio documento?


Atualização:

O risco que já vi foi exatamente o campo mudar de lugar depois de uma atualização. Obrigada a todos, o truque é, tá, testar antes de confiar no cadastro. Vou seguir o conselho de comparar a base do documento com o cadastro. Pergunta de seguimento: depois de confirmar o campo, vocês deixam uma linha de referência para a próxima migração ou refazem o teste do zero?

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O campo de retenção de ISS é o que o sistema grava depois da emissão, ou só o que o cadastro mostra? Na prática, a resposta vem do teste com documento real, não da leitura do manual. Sem esse teste, qualquer omissão de campo passa despercebida até a auditoria. Recomendo começar por um documento por cidade, conferir a parcela gravada, cancelar e reemitir, e registrar o que sobreviveu. Quando o teste permite comparar, a equipe deixa de depender de memória. A tese tributária fica com a área fiscal do cliente; o trabalho da equipe é desenhar, configurar e comprovar o comportamento do sistema. Para aprofundar, veja retenções na fonte no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Na minha rotina de serviços, o caso concreto é a nota que sai com o campo errado, mesmo com o cadastro certo. Discordo com educação de quem diz que o cadastro localiza tudo. Nos municípios em que eu mexi, e aí, pelo que testei, o campo depende da data de atualização. Quando o sistema nacional devolve o protocolo, o campo já está gravado, então a checagem precisa vir depois do envio.

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Se o campo é gravado com a base certa, a dúvida é só de processo. Tatiana Carvalho, bem, como bem lembrou, a incidência do ISS é a parte que o sistema precisa mostrar. Você já viu notas em que as receitas incluídas na base mudaram de campo? Eu preciso entender se o julgamento sobre isso fica com a área fiscal do cliente, antes de testar.

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O resultado que importa é conseguir identificar, antes do envio, o campo que o sistema grava. Raquel Almeida, complemento o seu ponto: como de costume, viu, eu pediria que a geração fosse feita e o documento salvo em gzipbase para conferência, porque o XML que sai da geração é a prova real. Assim dá para identificar divergências sem depender de tela. Esse passo é processo de auditoria, não decisão tributária, e vale para qualquer cidade do país.

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Tenho outra saída, sem rodeio. Nós mapeamos os tributos federais numa tabela separada e deixamos o ISS fora dela, num formato de regra por cidade. O lado federal fica igual para todas as cidades. Para telecom, o x da questão, pois é, está em saber se o número de cidades justifica a regra, porque a regra por cidade evita o ajuste manual a cada nota. Quando o volume é pequeno, o cadastro direto ainda compensa.

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Débora Marques, no fim das contas, tá, o que me preocupa é a nota sair certa no sistema e a auditoria pedir a prova do campo. Quando a nota vai para outros estados, a prova precisa ser exclusivamente documental: print do cadastro, do documento emitido e do campo gravado. Isso vale ainda mais quando o controle exigido pela auditoria pede o registro linha a linha. Eu guardaria esse conjunto por cidade, e não só o último teste.

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Concordo em parte com o Roberto Silva: a consulta depois do cadastro é o ponto certo para checar. Mas discordo que a área fiscal seja só consulta. Eu diria, por assim dizer, ó, que as contribuições que dependem do campo correspondente precisam ser testadas diretamente com o documento enviado à homologação, e não no cadastro. Nesse ponto, a ideia de procurar a NTT complementa bem a checagem interna, porque o comportamento do sistema é quem responde.

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Caso você consiga reproduzir isso com um documento real e o campo certo? Patrícia Mendes, o cerne, né, é saber onde consultar o valor depois de cadastrado, e se a regra extra aparece no fluxo de envio. No varejo, com GUEPARDO Tax, eu não vejo essa regra no envio, então preciso consultar a área fiscal e a NTT antes de ajustar. E o contribuinte precisa conferir algo antes da retenção?

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No caso da nossa rotina de energia, a saída que adotamos foi tratar a retenção como campo calculado por regra, conforme o tipo de serviço e a origem do documento. Nas contas da concessionária, criamos um cadastro complementar para o código de serviço, o que ajuda a evitar digitação. Com poucos códigos de serviço, esse caminho, em linhas gerais, viu, já resolve; com muitos, a regra fica pesada e o cadastro complementar compensa mais. Funcionou para nós, mas isso é processo, não resposta fiscal.

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Se o campo for lido no documento, o risco aparece quando a nota é cancelada e reemitida. Eu vi, na última auditoria, ó, o campo de retenção de ISS zerado numa nota cancelada, e o sistema manteve o valor antigo no histórico. Uma nota autuada por diferença de retenção é difícil de explicar. Discordo com educação de quem acha que o cadastro resolve isso: sem tratar o cancelamento como evento próprio, a autuação fica exposta. Antes de qualquer ajuste, eu testaria o cancelamento e a reemissão, para ver qual campo sobrevive.

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O resultado que importa é confirmar o campo de retenção gravado depois da emissão, não o que aparece no cadastro. Em projetos de mineração, eu gero um documento de teste para Duque de Caxias e comparo o arquivo com a base apurada pelo sistema, campo a campo. Vale checar com calma, só um detalhe: não confie no valor digitado à mão, porque o teste precisa mostrar de onde vem o valor de ISS. Quando o cadastro vem de um ECC 6.0 migrado, eu também checo as atividades cadastradas no código de serviço, que costumam esconder a diferença.

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