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6 Respostas

Dúvida curta: alguém já integrou o ISS com o webservice de Três Lagoas pelo SAP? Nosso caso é de e-commerce, S/4HANA 2021, e o ISS sai do pedido de venda para a prefeitura. O risco é, pois é, cair numa rejeição de validação sem mensagem clara. Já testei no ambiente de homologação, mudei o cadastro do tomador e o retorno continuou genérico. Como a administração municipal exige dados do adquirente, e a nossa equipe usa o mesmo cadastro para tudo, quero saber qual campo vocês conferiram primeiro. Qual é a forma adequada para não travar o faturamento?


Atualização:

Fernanda, valeu pela resposta. O risco é, pois é, eu já tinha olhado a mensagem e achei genérica. Testei trocar o código do serviço no pedido e a rejeição continuou, então não é só o cadastro. Você já viu o retorno completo com o código do erro? Se sim, qual código apareceu para você?

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Na nossa rotina, o caso de ISS em Três Lagoas começa quando a prefeitura rejeita um lote sem explicar o motivo. Antes de culpar o webservice, vale separar três frentes: o cadastro de cada parte, o leiaute em uso e a regra municipal publicada. Quem cuida das obrigações fiscais precisa de um quadro de controle das rejeições, para não repetir o mesmo erro. A identificação de cada prestador e tomador precisa estar correta antes do envio. Recomendação prática: teste um lote pequeno com o cadastro revisado, registre o código de retorno e só depois libere o volume total. Para aprofundar, veja retenções na fonte no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se a gente gravar o código de serviço no momento da geração, contando nos dedos, pois é, três coisas mudam. No ISS de Três Lagoas, elas são a validação, o retorno e a correção. Discordo do ponto de gravar tudo antes: a estrutura do XML pode aceitar o campo e, ainda assim, a prefeitura rejeitar por motivo de cadastro. Eu não confiaria nos eventos de rejeição como prova de causa, porque eventuais erros de transmissão aparecem com a mesma mensagem. Por isso, separe o que é leiaute do que é regra municipal antes de decidir.

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O resultado que importa é saber onde o XML do ISS nasce no ABAP. Roberta, você tem razão sobre o tomador, e eu completo: no desenvolvimento, bem, minha dica é gravar a emissão do documento com o código de serviço já especificado no momento da geração, não depois. Assim a rejeição de Três Lagoas aponta para o campo certo. Fica mais fácil ver se a falha é da regra do município ou de dado mal preenchido na origem.

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Discordo, com respeito. Como já disse, pois é, o crédito de ISS retido depende do destinatário do serviço estar certo no cadastro, e não só da mensagem da prefeitura. Quando o destinatário tem inscrição errada, a nota eletrônica volta sem crédito e parece erro de cálculo. No caso de Três Lagoas, eu checaria o destinatário antes de mexer em alíquota.

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O risco que já vi é o cadastro de serviço ficar com alíquota antiga, e a prefeitura nem sempre devolve o motivo. Fernanda, pra ser justo, viu, o seu ponto sobre o retorno vale. Eu complemento com um detalhe: no ISS de Três Lagoas, o que costuma travar é a apropriação do imposto retido na aquisição de serviço de terceiros, porque a apuração do mês pode considerar o valor de outra forma. Antes de mudar o cadastro, compare o valor que saiu na nota com o que a apuração considerou. Se bater, o problema é só o retorno.

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Concordo em parte: a mensagem de rejeição do webservice de ISS em Três Lagoas é mesmo pouco clara. Discordo, porém, de mexer logo no cadastro, sem uma apreciação do retorno. Eu confirmaria primeiro se as regras aplicadas pelo município estão refletidas no leiaute da versão que vocês usam, porque a validação pode depender do texto publicado pela prefeitura. O prazo é, tá, o que mais aperta, então vale olhar a lista de erros que o retorno traz antes de qualquer alteração. Assim você não toca em dado que, pelo que você descreveu, está certo.

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