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Fóruns / ISS e retenções na fonte

O iss é um tributo de competência municipal

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10 Respostas

Pessoal, o ISS é municipal, e no nosso ERP a alíquota está cadastrada por município. Mesmo assim, o print do sistema mostra valores diferentes para o mesmo serviço, e já gerei o relatório duas vezes sem achar a causa. Os serviços abrangidos por tomador de outro município são o meu maior receio. Tem caso aqui que já foi parar em processo ajuizado, e eu não sei se o ISS desse cliente fica com o município do prestador. A regra é, ó: o município que cobra é o da prestação ou o do tomador? Qual caminho vocês usam para confirmar antes de emitir a nota?


Atualização:

Concordo em parte com a Helena e com a Natália. Obrigado pelas respostas. A regra é, ó: eu testei um pedido de cada município e a divergência continuou em um caso. Discordo de deixar isso só para o cadastro. Você já passou por caso de tomador em outro município? Como vocês trataram?


Atualização:

A resposta que mais ajudou foi a da Natália, sem rodeio. A regra é, ó: eu mudei o cadastro de um município só para testar e a divergência caiu. Mas a Larissa tem razão sobre a base antiga. Vou começar pelo histórico e depois sigo com o cadastro. Vocês conseguiram recuperar as notas de um período já fechado?

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Caso concreto da nossa rotina: o ISS é municipal, e a dúvida de local de prestação aparece quando o cadastro do tomador e a nota não batem. Antes de qualquer correção, separe o que é regra da prefeitura do que é falha interna de cadastro. Uma correção isolada no pedido não resolve a base, então revise a origem dos dados e a parametrização por município. Use uma validação interna antes da emissão e uma conferência mensal com o responsável tributário. Recomendação prática: comece pela lista de municípios com divergência, corrija a origem do cadastro e só então ajuste as notas já emitidas com a orientação do time fiscal. Para aprofundar, veja retenções na fonte no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se o print do GUEPARDO Tax mostra tomadores inscritos em outro município, Valéria, o ISS desse caso deve seguir o cadastro do local da prestação ou do domicílio do tomador? Então, um lembrete: no nosso caso, a prestação é interestadual e a inscrição do tomador ainda não bate com a nota. Você já viu isso acontecer com o tomador em cadastro de outro estado?

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Concordo com a Larissa, sim. O teste é, né, saber se a base foi gravada antes ou depois da regra mudar. No ISS de importação de serviços, o município pode vir de outro cadastro, e o federal não resolve isso para a gente. Eu incluiria um campo de origem por nota, para não depender só da data. Assim, quando o município pedir, dá para mostrar a trilha.

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Caio, discordo do ponto de validar só antes da emissão. Veja, o cuidado é com o que já está na base: se as notas de ISS estiverem gravadas com município errado, a validação na entrada não corrige nada. Se uma cobrança extrajudicial chegar, a fazenda municipal vai olhar o registro, não a intenção. Antes de qualquer ajuste, rode uma conferência do passado.

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O risco que já vi é gerar a nota com o município do prestador, e depois o tomador reclamar. Veja, quer dizer, cada prefeitura tem regra própria e os efeitos de errar aparecem só no fechamento. Outra forma de resolver, sem depender só do cadastro: criar uma validação antes da emissão que confronta o município com o endereço da prestação e avisa o usuário. Esse caminho vale quando há muitos municípios no mesmo estado, porque o ISS segue cada prefeitura, não a estadual. Antes de implantar, confirme a regra com a legislação local e com o responsável tributário.

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Dúvida curta: a matriz da Helena resolve tudo mesmo? Discordo de um ponto específico. O número é que engana, porque a diferença pode vir de contribuições que não estão na base de cálculo do ISS municipal. Se o cadastro estiver certo e o valor ainda diverge, a causa costuma estar em outro campo, e não no município. Antes de mexer no cadastro, confira a base.

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No caso concreto da minha rotina, cada serviço contratado com prestador de outro município gerou uma dúvida, e a gente foi tirando uma a uma. Olhando o número, pois é, no ISS os lançamentos constituídos ficaram no município errado quando o cadastro estava desatualizado. Outra forma de resolver que costuma ajudar: montar uma tabela de regra por tomador e checar só o que diverge, em vez de abrir consultas a cada nota. Esse caminho vale quando a base tem poucos clientes com contrato recorrente. Quando o volume é grande, o ideal é automatizar a regra e manter revisão mensal.

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Se o sistema não configura o município do tomador no pedido de ISS, a nota sai com local errado, e a correção depois vira problema. Helena, então, veja bem, eu completo o seu ponto: no ABAP, a regra de local deveria ser lida antes da geração, e não corrigida no fim. Conforme o caso, o cadastro do tomador precisa estar completo antes da geração. Antes de qualquer desenvolvimento, teste o cenário com um pedido de cada município.

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A ausência de regra clara, no ISS municipal, não resolve a competência sozinha. Agora, puxando o fio, outra forma de resolver que costuma funcionar é montar uma matriz de serviço por município, com o tomador e o prestador de cada operação, e revisar só os casos de divergência. Esse caminho vale quando há muitos cadastros e pouca clareza. Já quando a dúvida é pontual, uma pergunta formal à prefeitura pode resolver mais rápido, e vale complementar a análise com a legislação local.

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Depende do tipo de serviço. Na minha leitura, o ponto está no que a legislação municipal diz para cada caso, e não numa regra única para todo mundo. No meu projeto de logística, eu olharia primeiro as notas anteriores e a apresentação de cada uma, porque é ali que costuma aparecer o município certo. Antes de decidir, checaria a regra publicada pela prefeitura do tomador e do prestador, e levaria a dúvida ao responsável tributário. Você tem os dois cadastros de local de prestação?

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