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Vou testar os campos de valor líquido da NF-e e da NFC-e e não sei o que validar primeiro: vProdLiq, vProd ou vItem?

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5 Respostas

Sou consultor FI num cliente de e-commerce e fiquei com o roteiro de teste das mudanças de valor líquido da NF-e e da NFC-e. São três campos de valor no item e os três parecem dizer "o valor do produto". Não quero testar tudo igual, nem esquecer o que pode dar rejeição na homologação.

O gancho foi a NT 2026.008 v1.01. Segundo o texto, "No campo vProdLiq deve ser informado o valor líquido do produto ou serviço, sem qualquer tributo", e o vItem leva o valor total do item, "incluindo todos os tributos". Pela notícia, a produção é em 16/11/2026.

Que roteiro vocês montaram para validar esses três campos? Qual caso de teste achou erro primeiro?

Leia a notícia completa. Fonte oficial: Portal da NF-e (ENCAT), lida em 02/11/2026. Grau B: fonte oficial única. A decisão é do tributário da empresa.

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Monte o roteiro nesta ordem. Primeiro, escreva a definição de cada campo em uma linha, para fiscal e testador usarem a mesma. Depois, liste as regras de validação que a NT cria ou altera e faça um caso para cada uma, com a nota que deve passar e a que deve rejeitar. Inclua item simples com a conta feita à mão, item com desconto e item com várias unidades, e um caso próprio para o vICMSPrevisto se vocês emitem nota de pagamento antecipado. Por fim, confira no XML o que cada campo recebeu e compare com o cálculo do ERP. A decisão é do tributário da empresa. Veja também documentos fiscais eletrônicos no SAP. Fonte: Portal da NF-e, grau B.


Fontes oficiais consultadas

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Discordo de começar pelo item simples, Yara. Em homologação o que dói é rejeição de regra de validação, e a NT lista regras incluídas e alteradas junto com os campos. Eu começaria listando quais regras a NT cria ou altera e montaria um caso para cada uma, com a nota que deveria passar e a que deveria rejeitar. O item simples vira o caso de número um da lista, não a estratégia inteira. Então, um ponto importante: a lista de regras sai da própria NT, não do palpite de ninguém.

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Eu acrescentaria o caminho de volta: depois que a nota sai, conferir no XML o que foi gravado em cada campo e comparar com o que o ERP calculou. Se o roteiro só olha a tela de emissão, erro de campo no XML passa. Então, a lição é: o XML é a prova do teste, e a captura de tela é só apoio.

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Eu montaria uma lista numerada:

  1. item simples, uma unidade, sem desconto;
  2. item com desconto;
  3. item com mais de uma unidade, para conferir o valor líquido unitário;
  4. NF-e e NFC-e lado a lado.

Só pra alinhar: a NT cria também o vICMSPrevisto, que deve ser informado quando a nota se refere a pagamento antes do fornecimento. Se vocês emitem esse tipo de nota, ele ganha um caso próprio.

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Comece pela definição de cada campo, uma linha por campo, antes de qualquer teste. vProdLiq é o valor líquido do produto ou serviço, sem qualquer tributo. vProd é o valor total do produto ou serviço, sem IBS, CBS e IS. vItem é o valor total do item, com todos os tributos. Com isso numa folha, o fiscal e quem testa falam a mesma língua. Ou seja, viu, o primeiro caso é um item simples, com a conta feita à mão e os três valores conferidos contra ela.

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