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Nossa integração entre o SAP e o emissor antigo depende de retorno assíncrono e de inutilização. O que quebra e por onde começo?

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5 Respostas

Trabalho como controller numa operadora que roda SAP com um emissor de NF-e antigo ao lado. O SAP manda o lote, o emissor devolve o retorno depois e, quando falha a numeração, a rotina inutiliza o número, inclusive nas filiais de SP e BA. Se esse caminho acabar, a integração para e não sei quem do projeto olha isso primeiro.

O gancho foi a Nota Técnica 2023.002 v1.02, publicada no Portal da NF-e em 27/10/2026, que "elimina a autorização assíncrona e os serviços de inutilização". A tabela da NT traz datas diferentes para cada serviço.

Alguém com ERP misto já mapeou o que o emissor legado faz hoje com esses dois serviços? Por onde vocês começaram?

Leia a notícia completa. Fonte oficial: Portal da NF-e (Receita Federal), lida em 02/11/2026. Grau B: fonte oficial única. A decisão é do tributário da empresa.

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Comece mapeando o que o emissor legado faz hoje. Primeiro, levante quais rotinas dependem da autorização assíncrona, quais dependem da inutilização e como o SAP trata cada resposta. Depois, abra dois itens no cronograma, cada um com um responsável: a NT dá 11/11/2026 para um serviço e 05/04/2027 para o outro, e quem planeja só para abril chega atrasado no primeiro. Por fim, exija do fornecedor do emissor a resposta por escrito sobre como ele opera sem esses caminhos, e confirme com o fiscal como fica o controle de numeração. O efeito no SAP e no Guepardo Tax não foi conferido na notícia. A decisão é do tributário da empresa. Veja também documentos fiscais eletrônicos no SAP. Fonte: Portal da NF-e, grau B.


Fontes oficiais consultadas

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Um esclarecimento sobre as datas: 11/11/2026 é da inutilização, e as regras de rejeição da NT por serviço desativado citam as UFs AC, BA e SP. Já 05/04/2027 é da autorização assíncrona. Quem planejar tudo para abril vai bater na inutilização antes. Olha, o número é esse, 11/11/2026, e ele vem primeiro no cronograma.

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Eu olharia também o que o ERP guarda dos números inutilizados, porque a conferência de buracos na numeração pode depender disso. Se a inutilização sai, essa conferência talvez precise de outro controle. É hipótese minha, não está na NT, então vale validar com o fiscal antes de desenhar qualquer coisa. E aí, quer dizer, o desenho novo precisa de aprovação antes de ir para teste.

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Pelo lado do fiscal, a NT diz que é para "eliminar a possibilidade de autorização assíncrona de NF-e e NFC-e". Então vale perguntar ao fornecedor do emissor como ele vai operar sem esse caminho e pedir a resposta por escrito. Isso protege vocês, porque o prazo do projeto depende dessa resposta. Olha, por assim dizer, a pergunta ao fornecedor é a primeira entrega.

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Começa pelo inventário do emissor:

  1. quais rotinas chamam a autorização assíncrona;
  2. quais chamam a inutilização;
  3. o que o SAP faz com o retorno de cada uma.

As datas da tabela da NT são diferentes: inutilização até 11/11/2026 e autorização assíncrona até 05/04/2027. A dica é, ó: trate os dois como itens separados no projeto, cada um com seu dono.

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