Pessoal, acompanho essa implementação do SAP com o GUEPARDO Tax desde o início e confesso que a fase de testes finais tem sido um verdadeiro desafio. Estamos tentando validar a apuração de PIS e COFINS antes do fechamento do período, e a complexidade de simular cenários passados, como aqueles que envolvem bens materiais existentes em 1º de janeiro de 2027, exige um nível de detalhamento que nem sempre o ambiente de testes consegue replicar perfeitamente. Tentamos rodar simulações para garantir que os créditos estejam sendo calculados corretamente, mas chegamos a um ponto onde precisamos validar se o sistema está tratando o percentual de 9,25% sobre o estoque inicial da maneira mais fiel à legislação. Bem, na homologação, como podemos aferir com mais segurança se o cálculo preliminar do sistema realmente espelha o que deveria ser reconhecido naquele momento específico?
Atualização:
Bem, na homologação, bom, na homologação, simulamos o cenário inicial, considerando bens materiais existentes em 1º de janeiro de 2027 sob o regime cumulativo, como era o caso em 31 de dezembro de 2026. Também verificamos a entrada desses itens, especialmente aqueles trazidos por importação. Considerando essa base, gostaria de saber qual seria o procedimento mais seguro para validar se a compensação tributária, que se equipara ao que foi pago na alfândega, está sendo refletida corretamente durante o ciclo de apuração subsequente no nosso módulo fiscal.