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Fóruns / PIS e Cofins

Planilha exclusão icms pis cofins xls

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7 Respostas

Quando eu rodo a planilha que tira o ICMS da base de PIS e Cofins, o resultado sai diferente do que a contabilidade espera. Sou desenvolvedor ABAP, e a planilha em xls foi montada pela área fiscal, com regras por atividade e por UF. A minha dúvida é a abrangência: a regra vale para todas as notas ou só para as que tiveram antecipação do imposto? Eu acho que, agora, o cuidado é com o cálculo na planilha, porque ela lê a alíquota e não a atividade. Já testei com três notas, e duas bateram, a terceira não. Como vocês montam essa regra para não errar a base?


Atualização:

Obrigado, pessoal, ajudou muito. Testei a aba por filial e o total fechou com a conta da contabilidade. Agora, o cuidado é com as notas de devolução, que entram com sinal invertido. Alguém já tratou devolução parcial nessa planilha? Quero saber se vale fazer uma linha por item ou só por nota.

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Quando a planilha tira o ICMS da base, o ponto que mais pesa é a regra escrita, não a fórmula. Quem trabalha com venda interna, com operação ao exterior ou com tributação federal precisa de um critério único, documentado e testado. Recomendo três passos: validar uma amostra de notas de cada tipo, guardar a versão da regra por período e comparar o resultado com a apuração gerada no sistema. A exclusão, por si, não resolve tudo, porque depende de como a base foi montada. A decisão sobre a tese é do cliente, e nosso papel é desenhar e provar o comportamento do sistema. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Dá para resolver sem planilha, e é o que eu faria. Meu ponto, ó: o sistema deve estabelecer a regra por código fiscal, e não por coluna manual. Na nossa operação de varejo, trabalhamos com estados diferentes, o que exige uma tabela parametrizada, usada exclusivamente pelo módulo de faturamento. Vale quando a exceção é pequena e o time de dados é fraco. Não vale quando o cliente muda a regra toda semana, porque aí o parâmetro vira gargalo e a planilha volta a ser o caminho mais rápido.

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O risco que eu já vi foi a planilha aceitar uma coluna em branco e seguir o cálculo com zero. Na nossa equipe de agro, a gente criou uma regra destinada só às vendas ao exterior, com alíquota diferenciada por produto. Na prática, discriminando cada item, a planilha mostra o que entrou e o que saiu da base. Vale quando o volume é grande e há muita coluna fixa. Não vale quando a regra muda a cada mês, porque aí o controle de versão vira o problema. A lição é, viu, sempre ter uma linha de conferência por nota.

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Concordo em parte com o Leandro, a coluna de regime ajuda. Discordo, porém, quando ele sugere que a planilha defina o valor pela alíquota. Agora, minha leitura é que o valor deve corresponder ao que sai da regra de cada item, e não ao que a coluna mostra. Os créditos decorrentes de compras precisam ficar fora da base quando a regra manda, e a planilha não enxerga isso sozinha. Por isso, eu ficaria com o cálculo no sistema e deixaria a planilha só para conferência.

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Jefferson, complemento com o caso da logística. Olha, aqui por perto, o distrito fiscal da unidade pede a base sem o imposto em duas colunas, e isso produz efeitos no fechamento. O que está disposto na planilha precisa bater com o que o sistema calcula por nota, senão o fechamento não fecha. Se a planilha for usada por mais de uma filial, cada uma precisa de uma aba própria. Assim o cálculo respeita o que cada unidade declara e você evita copiar a base de outra filial.

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Na minha siderurgia, a planilha só funciona quando a base vem separada por operação. Olha, na minha rotina, o alcance da regra depende de quem paga o imposto na cadeia, e isso eu deixo com a área tributária. Para a parte operacional, mantenho uma aba com a receita concentrada em venda interna, que é o caso mais comum aqui. Se a receita for complementar, ou vier de concessão de benefício, a aba é outra. Rodar tudo numa aba só confunde o cálculo e gera diferença no fechamento.

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Tem alguma regra para isso? Alexandre, eu complemento a parte da base. Na minha área, né, a planilha precisa trazer o valor de cada item com as alíquotas constantes do cadastro, senão a conta vira estimativa. Se o cadastro não tiver o regime do contribuinte, a conta também perde a referência. Vale colocar uma coluna para o regime e outra para a origem da receita, assim a contribuição sai da mesma regra e não de digitação manual.

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