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Crédito pis cofins combustíveis frota própria

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5 Respostas

Travei na frota própria. Estou configurando o SAP para lançar PIS e Cofins em diesel e gasolina, e a base sai da quantidade aferida no tanque, mas o valor não bate com a planilha da contabilidade. Na real, testei três notas com volumes diferentes e a diferença aparece sempre no mesmo lugar. O campo de alíquota do material fica vazio no cadastro, e o sistema pega um padrão que não considera os valores acrescidos da compra. Qual alíquota vocês usam quando a frota é própria e o diesel entra com nota de terceiro, e como tratam o acréscimo?


Atualização:

Tem como? Agradeço as respostas, de verdade. Testei a nota por nota num ambiente de teste e o valor fechou com a planilha em duas das três notas. Na real, o que sobrou foi justamente a nota com a frota de outra filial, que tem o cadastro antigo. Vocês já viram isso acontecer quando a filial troca de regime no meio do mês, ou eu estou olhando o problema pelo lado errado?

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Concordo em parte com o caminho de conferir nota por nota, porque ele expõe a origem da diferença. Discordo de tratar isso como problema de cadastro apenas. Quando a base muda no meio do mês, o valor que corresponderá à frota pode bater numa ponta e sobrar na outra, e o crédito depende do que foi realmente pago. Recomendo separar a rotina em duas trilhas: uma para o consumo próprio e outra para as aquisições de terceiros, cada uma com seus créditos conciliados todo mês. Antes de mexer no cadastro, registre a decisão da equipe e deixe a escolha da tese com o contribuinte. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Emanuel Kaufman, concordo com sua visão ao dizer que o problema vai além do simples cadastro. Na minha vivência, o que observamos é que, quando há mudança na base de cálculo no meio do período, o valor lançado pode coincidir com uma ponta e gerar um saldo diferente no final. É preciso acompanhar esses ajustes de cabeça para garantir que os lançamentos reflitam a realidade contábil do momento.

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Quando a frota própria abastece no posto da casa, a gente lança o consumo pelo centro de custo e não pelo estoque. Quando o abastecimento vem de terceiros, a gente cadastra cada nota e deixa a rotina de conferência pronta. O detalhe é que, pois é, a planilha da contabilidade fica num capítulo à parte e ninguém reconcilia isso no fechamento. Os recursos cedidos para outras áreas precisam de rateio próprio. Vale cada caminho para o caso certo: o primeiro para consumo interno, o segundo quando a nota vem de fora.

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Na minha rotina, o caso concreto é um cliente de distribuição que abastece a frota com o combustível comprado de terceiros e controla a compensação no fim do mês. Márcio Silva, completo o seu ponto sobre a planilha: a exceção é, viu, quando o cadastro muda no meio do mês e a regra complementar não acompanha. Nesse caso, eu fecharia por nota e não por média, porque a média esconde a virada. Dá trabalho, mas o resultado fica rastreável.

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A regra aplicável depende de como o item está cadastrado, não do fato de a frota ser própria. Olhando o log, o seu valor sai diferente porque o sistema recalcula com as alíquotas anteriores do material, que ficaram salvas antes da troca de cadastro. Revise essas alíquotas uma a uma e veja qual está ativa na data da nota. Depois teste de novo com uma nota só, sem misturar terceiro e frota. Se o diesel vem de distribuidora, a conferência do valor aparece no mesmo log, e aí vale confirmar com o contador qual é a regra aplicável.

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