Pular para o conteúdo

Fóruns / PIS e Cofins

Não cumulativo ou acumulativo pis cofins

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
7 Respostas

Na nossa rotina de revenda, o regime de PIS e Cofins gera dúvida sobre o que cai no acumulativo e o que vai para o outro regime, e aí, só pra alinhar, eu testei um caso com aquisições de mercadoria. A apuração saiu com valores que não batiam com o relatório da equipe fiscal, mesmo com o cadastro conferido. O resultado parece seguir a natureza da operação, mas o log mostra um tratamento diferente para o mesmo tipo de nota. Já tentei ajustar o cadastro do cliente e nada mudou. Alguém já passou por esse caso, em que a mesma operação deveria cair em regimes distintos?


Atualização:

Entendi a ideia, obrigado. Luiz e Otávio, e aí, só pra alinhar, o registro por item resolve a apuração do PIS e da Cofins no dia a dia? Eu testei agrupando por tipo de nota e o retorno veio coerente, mas não sei se o caso de fim de ano ficaria igual. Vocês já compararam essa saída com o relatório do ano anterior? Se bater, vou usar o item como controle principal.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na minha rotina, o caso de PIS e Cofins só fecha quando a operação tem o regime certo desde o cadastro e o registro por item bate com a leitura da controladoria. Pessoas jurídicas que apuram esses tributos precisam de rastreio por tipo de receita, sobretudo nas operações de banco, onde tarifas e demais receitas seguem caminhos diferentes. Nada disso decide a tese tributária, que continua com a sociedade limitada responsável pelo recolhimento. A recomendação prática final é guardar cada decisão de agrupamento com o motivo escrito e comparar a apuração de um mês fechado com o mesmo período do ano anterior, só então ajustando a regra. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Quando o imposto sai diferente do esperado, a primeira pergunta é qual receita caiu no grupo errado, e Luciana Siqueira tocou nisso. Sobre isso, a dúvida é, né, se o filtro das instituições de crédito já separa o tipo de receita antes do lançamento. Eu acrescentaria um controle na entrada da nota, marcando quais tributos são incidentes em cada receita, para que a leitura da controladoria saia igual à apuração do PIS e da Cofins.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resultado que importa: se a receita de tarifas das operações financeiras entra no grupo errado, a apuração sai diferente. Paulo Freitas, e aí, pra ser justo, você disse que o sistema separa por tipo de receita, mas as receitas excluídas do regime devem ficar fora mesmo? O relatório da controladoria traz esse filtro? Preciso saber antes do fechamento para não levar valores errados ao PIS e à Cofins.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Luiz Gomes, discordo de um ponto específico, o registro por grupo de lançamentos esconde a receita quando ela cai em outro mês. O segredo é, tá, separar por operação, porque os valores destinados a cada regime do PIS e da Cofins precisam estar no documento, devendo ser conferidos por item antes do fechamento. Se a receita de dezembro entrar no grupo errado, o relatório do mês seguinte não fecha e ninguém entende por quê. Então eu deixaria o agrupamento só como apoio.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que já vi foi a regra extra virar atalho sem registro, e isso esconde o erro quando o cálculo muda. Henrique Lima, a sua ideia de conferir com a área fiscal é boa, mas o cuidado é guardar o motivo de cada grupo de créditos e de cada operação marcada como cumulativo. Assim, quando o auditor perguntar, a resposta sai do documento e não da memória de quem configurou o PIS e a Cofins.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com o Paulo Freitas, a natureza da operação manda, mas discordo que a configuração esteja sempre certa. E, só pra alinhar, viu, na minha equipe a saída foi criar uma regra complementar por tipo de receita e conferir a contribuição apurada para PIS e Cofins com a área fiscal. Vale quando o volume é alto e o time quer rastrear cada receita. Não vale quando a configuração muda toda semana, porque a regra constituída vira outra camada de erro. Nesse caso, o melhor é deixar a regra como apoio e manter o item como referência.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Esse regime segue a natureza da operação, não o cadastro, certo? Sim, e agora, o detalhe é que o sistema calcula os débitos do PIS e da Cofins a partir da receita lançada, então, nas operações bancárias, as comissões caem em um grupo e as demais receitas em outro. Se a comissão foi parar no grupo errado, o valor calculado parece trocado sem estar. Confira os valores por item antes de culpar a configuração.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em PIS e Cofins.

Ver todas do fórum