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Fóruns / PIS e Cofins

No gross up de PIS e Cofins, o sistema exige a contribuição no momento do recebimento da receita, e onde isso aparece no registro?

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8 Respostas

Dúvida curta, mas está travando meu fechamento: no gross up de PIS e Cofins, o sistema cobra o PIS no momento do recebimento da receita, e não na emissão da nota. Estou no S/4HANA 1909, numa venda para um adquirente de produtos agropecuários. Na homologação, o documento de faturamento já mostrou o valor, e eu não entendo de onde vem essa data. Na sustentação, viu, o pessoal do contas a receber quer saber se a regra fica na própria venda ou no lançamento do pagamento. Pergunta direta: em qual registro do sistema essa exigência fica visível, e onde eu enxergo o momento exato em que o PIS passa a ser devido?


Atualização:

Gustavo, obrigado pela resposta. Testei a determinação de impostos na homologação e o valor de PIS e Cofins só aparece quando eu forço o recebimento do pagamento, ou seja, o sistema não reconhece o gatilho na nota. Na sustentação, viu, a equipe quer evitar mexer em produção. Você já viu algum caso em que o gross up foi ligado ao pagamento e não à emissão? Se sim, qual transação eu olho primeiro para confirmar?

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O resultado que importa: o ponto central é onde o gross up de PIS e Cofins nasce no processo. Ninguém confirmou um caminho com certeza, e alguns dados de configuração não constaram nos testes de todos. Quem for tratar isso deve separar o que é regra oficial do que é só leitura de tela, porque o momento da contribuição é questão de regra e pede prova documental. Recomendação prática: antes de mexer em produção, monte um cenário de teste com uma nota e um pagamento, rode duas vezes e compare o resultado com a documentação vigente. Só depois decida onde ajustar, e leve a decisão ao responsável tributário da sua organização. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Lívia Moura, acompanhando essa discussão sobre o gatilho tributário, concordo que mapear o momento exato do lançamento é fundamental. Se o nosso cenário exige o acionamento no recebimento, precisamos garantir que o módulo de faturamento reflita essa subsequência corretamente. No go-live, ó, qualquer discrepância entre a expectativa do tributo e o que o sistema gerou no momento da venda pode gerar retrabalho considerável. É preciso validar se a estrutura do processo suporta essa temporalidade.

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Emanuel Kaufman, você mencionou que o ponto central é a origem do gross up de PIS e Cofins. No meu caso, estamos tratando de um adquirente de produtos florestais, e a incidência está ligada ao recebimento, conforme o que li sobre a Seção X. Você poderia detalhar como o sistema deveria registrar esse evento de recebimento para que o lançamento reflita corretamente o cálculo tributário?

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Lívia Moura, como bem apontou, o risco que já vi foi o pagamento antecipado entrar no mesmo fluxo do faturamento. Entendo a dificuldade em traçar a origem exata do lançamento quando o gatilho é o caixa. Veja, o prazo é crucial para mapear esse subsequente lançamento contábil. É fundamental verificar se o módulo de contas a receber está tratando corretamente o recebimento como o evento gerador da obrigação fiscal, mesmo que a documentação de venda tenha sido emitida antes.

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Meu time, que vivenciou isso há tempos, desenvolveu uma abordagem para sincronizar esse fluxo. Quando a incidência tributária é diretamente ligada à entrada do numerário, o sistema precisa capturar o evento de recebimento como o marco inicial para acionar o encargo. Se a operação envolve múltiplos estágios de pagamento, cada fase deve ser corretamente mapeada para justificar a eventual diferença encontrada no livro fiscal.

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Calma lá, né. Discordo de resolver isso pela tela de pagamento, porque o gross up de PIS e Cofins precisa estar em conformidade com o que o sistema registra no faturamento. Se o cálculo mudar no caixa, o histórico do documento fica complementar a uma nota que já saiu com outro valor. Prefiro um teste controlado, com a prova guardada para conservação, comparando o resultado com o que a legislação aponta para o seu caso. Assim não mexemos em produção com base em suposição.

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O risco que já vi foi o pagamento antecipado entrar no mesmo fluxo do faturamento. Gustavo, olha só, né, você falou da determinação, mas no meu caso o gross up de PIS e Cofins aparece só depois do pagamento, e não na nota. Quando a regra depende do recebimento, em qual tela o sistema mostra essa informação? E o valor eu devo apropriar no mesmo período da receita ou no período do caixa? Preciso saber antes de fechar.

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Concordo em parte: o gatilho está no recebimento, mas a regra depende da configuração e da legislação vigente, e isso eu não consigo afirmar daqui. Discordo de procurar a resposta nas tabelas de condições, porque isso costuma atrapalhar o diagnóstico. Bem, conforme o combinado, eu começaria pelo cenário de determinação e pelas alíquotas cadastradas, principalmente se você vende insumos agrícolas ou produtos agrossilvopastoris. Antes de mudar qualquer coisa, confira na legislação vigente o que vale para o seu cenário e anote o que o sistema devolve em cada etapa do faturamento.

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