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Fóruns / PIS e Cofins

O que é tomar crédito de pis e cofins?

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5 Respostas

Trabalhando com o sistema em versão recente, estou tentando entender completamente o mecanismo de aproveitamento do crédito de PIS e COFINS. Na minha experiência, a correta segregação dos valores na entrada e saída fiscais tem sido um ponto de fricção considerável. Temos recebido notas fiscais com movimentações complexas e preciso garantir que a contabilização no módulo correspondente esteja alinhada com a realidade tributária. Bem, minha dica é que a parametrização precisa ser cirúrgica. Diante dessa variabilidade, qual seria o procedimento operacional correto para validar se o crédito tributário apurado realmente está sendo reconhecido como dedução válida no fechamento mensal?


Atualização:

Pessoal, agradeço as considerações sobre a importância do documento fiscal. Testei cenários onde a transação era de aquisição, mas o aproveitamento do benefício parecia não ocorrer. Bem, minha dica, o inciso XII menciona a Contribuição para o PIS/Pasep, Cofins e IPI incidentes na importação. Isso sugere que o foco do crédito poderia estar restrito a bens trazidos de fora. Gostaria de saber como o sistema comporta a validação desses créditos quando a operação de entrada não envolve importação direta.

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Para avançarmos no entendimento sobre a recuperação dos valores de PIS e COFINS, é fundamental ir além da simples existência da nota fiscal. O direito ao benefício tributário nasce da natureza da operação que estamos registrando. Se estamos tratando de compras, por exemplo, o sistema precisa ser alimentado com informações que mapeiem precisamente a tributação incidente naquela aquisição. A complexidade reside em fazer com que o módulo reconheça o direito ao crédito exatamente como ele se configura na operação real, e não apenas no papel. Sugiro, portanto, que revisitemos o fluxo de dados que alimenta o sistema para assegurar que todos os atributos fiscais da transação de entrada estejam devidamente presentes e inteligíveis para a rotina de cálculo do aproveitamento. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Embora a documentação seja vital, eu discordo que a complicação esteja apenas no papel. No nosso ambiente de varejo, o desafio frequentemente se materializa na transição dos dados brutos do documento para o lançamento contábil correto no S/4HANA. O combinado é, tá, que a parametrização precisa ser robusta para mapear essa realidade tributária da aquisição e venda, garantindo que o sistema reconheça o direito ao benefício exatamente como previsto na operação.

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André, concordo com a sua visão sobre a importância do documento físico. No meu caso, migrando um antigo processo, identifiquei que o ponto sensível reside em como o sistema reconhece a incidência. Um lembrete, ó, que a possibilidade de crédito tributário, como o previsto no inciso XII, refere-se especificamente à contibuição incidente na importação de bens e serviços, diferenciando isso de outras tributações. A correta aplicação desses regimes é o que permite a recuperação desses montantes.

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Pessoal, aqui entrando no assunto. Na minha vivência com o fluxo de dados, percebi que a complicação reside mais na documentação do que na funcionalidade do sistema. Quando chegamos a um impasse sobre o aproveitamento, revisamos os requisitos de cada movimento. Se a operação for de aquisição, por exemplo, o direito ao benefício está condicionado à natureza da transação. Em todo caso, é crucial que o documento físico reflita a tributação para que o lançamento no sistema reflita a realidade fiscal.

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Olá, Viviane. Para entender o que constitui o aproveitamento do crédito de PIS e COFINS, precisamos olhar para a correta segregação dos valores nas movimentações fiscais de entrada e saída. É um ponto onde muitos tropeçam ao trabalhar com o sistema em versão atualizada. A contabilização precisa espelhar a realidade tributária do negócio. Por exemplo, em situações de aquisição, o aproveitamento depende da natureza da operação. Pra fechar, tá, a documentação fiscal deve ser robusta para sustentar qualquer movimentação no módulo contábil.

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