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5 Respostas

Olá a todos, estou migrando um módulo de um sistema anterior para o ambiente SAP e estou passando por validações fiscais complexas, especificamente no que tange ao aproveitamento de créditos de PIS e COFINS. Temos recebido algumas rejeições na entrada das notas fiscais eletrônicas. Por exemplo, ao tentar contabilizar valores, o sistema aponta inconsistências na tributação. Digamos assim, tá, precisamos garantir que o reconhecimento do crédito esteja correto, considerando as regras de recepção de pagamento. Um cenário recorrente é a rejeição por falta de grupo tributário adequado para PIS ou COFINS. Considerando esses pontos, como podemos assegurar que o mapeamento no SAP reflita corretamente a informação do grupo tributário para suportar o aproveitamento desses tributos?


Atualização:

Olá a todos, acompanhando este debate sobre o aproveitamento de créditos, eu fiz alguns testes com um recebimento de pagamento e notei a necessidade de atenção aos detalhes da movimentação. Digamos assim, tá, quando encontramos a rejeição referente à ausência do grupo do PIS, além das exceções mencionadas, gostaria de saber se há algum cenário específico que ainda não foi coberto por vocês, talvez relacionado à sequência de eventos após o recebimento do comprovante.


Atualização:

Bom dia a todos. Fiz alguns testes focados justamente na lógica da recepção do pagamento, como mencionado. Ao simular o recebimento da NF-e e observando o erro aparente sobre a omissão do grupo PIS, como ocorre, chegamos a um ponto crucial. Digamos assim, tá, gostaria de saber se alguém identificou algum dos fluxos alternativos ou alguma combinação de campos que ainda não exploramos ou que complica o aceite inicialmente.

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Ao processar o documento comprobatório do ingresso do montante, a ausência do grupo tributário específico para o PIS, quando identificada em uma recusa, exige uma análise mais profunda das condições da nota fiscal. Diferenciar se a operação configura um direito de entrada ou saída é crucial, assim como checar o tipo de operação governamental registrado no momento da validação. É fundamental que a configuração inicial no sistema reflita precisamente a natureza da transação, contendo todos os atributos necessários para aceitação. Recomendo revisar os critérios de aceite do comprovante, mapeando como cada tipo de operação deve ser tratada pelo sistema para mitigar inconsistências futuras na contabilização dos tributos. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Olá, Juliana. Entendo o ponto sobre o S01-20 e a importância da parametrização correta na entrada. Contudo, gostaria de trazer uma ressalva sobre a obrigatoriedade desses grupos. Bem, a ideia é que, ao lidar com a migração e recebimento do pagamento, precisamos considerar também o cenário da rejeição por não localização do destinatário ou retorno por recusa total na entrega, onde a regra de tributação pode não se aplicar. Isso adiciona uma camada de complexidade à validação inicial do recebimento.

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Olá a todos, seguindo essa linha de validações, eu queria acrescentar algo que tem gerado dor de cabeça aqui também. Quando estamos entrando o documento e ele não traz o grupo de tributo correto, e aí, como dizem, a gente acaba entrando em um cabo de guerra com o sistema. Lembram que um dos códigos de rejeição para a ausência do grupo COFINS é o S01-20, que indica a obrigatoriedade desse tributo? É nesse ponto que precisamos ter muito cuidado na parametrização da entrada para não cair nessa trava novamente.

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Olá Fernanda, entendo sua situação com a migração e os ajustes fiscais entrando no SAP. Para endereçar a questão do aproveitamento de créditos, é importante observar o contexto da recepção da documentação. Recebimento do pagamento só deve informar IBS/CBS, além de ICMS, ISSQN, IPI, II, PIS, PIS ST, COFINS ou COFINS ST, ou ainda Imposto Devolvido. Agora, digamos assim, quando aparece a rejeição sem grupo do PIS, é preciso checar se a NF-e é de Crédito (finNFe=5) ou Débito (finNFe=6) e se o tpOperGov é 2-Recebimento do pagamento.

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Olá Fernanda, complementando o que a Mônica trouxe, para variar, né, ao lidar com a validação de entrada, o detalhe sobre a operação também conta muito. Se a situação for aquela em que a NF-e não possui o grupo específico para o PIS, como indica a rejeição, precisamos verificar se estamos tratando de uma NF-e de Crédito ou de Débito, respeitando o tipo de operação governamental como Recebimento do pagamento. Às vezes, essa minutagem faz toda a diferença no aceite do documento.

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