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Dúvidas do curso: Governança fiscal com GUEPARDO Tax: o básico
Todas as perguntas da categoria, do título à resposta. Mostrando 63 perguntas.
- No fim do projeto, que conhecimento precisa ser passado ao AMS Fiscal e o que costuma ficar de fora?
- Que critérios usar para escolher a sustentação fiscal? O que um relatório de recorrência de causa mostra que o tempo de resposta não mostra?
- Como montar o inventário vivo de extensões próprias do fiscal, com dono, objetivo e o que cada uma assume do produto?
- Quem pode apurar, aprovar e lançar a guia: a mesma pessoa? Como a governança trata acesso no fiscal?
- O projeto passou em todos os testes e o primeiro fechamento mostra diferença de saldo. O que o teste não cobriu?
- Extensões próprias no fiscal: como decidir o que converter, reescrever ou aposentar na migração?
- Na migração do ECC para o S/4HANA, o que da apuração fiscal se replica, se reconfigura ou se descontinua, e quem registra isso por obrigação?
- O bloco E do SPED Fiscal não bate com a soma dos documentos. Em que ordem investigar: documento, ajuste ou parametrização?
- Um registro do SPED Fiscal depende de dado que não vem do documento e é montado em planilha. Como trazer isso para a governança?
- O validador aceitou o SPED Fiscal. Como provar que o imposto apurado é o escriturado e o pago?
- A entrega da série R-4000 da EFD-Reinf será na matriz ou por filial? Que critérios entram na decisão?
- Um evento aplicável depende de dado que não existe no ERP. Como descobrir isso antes da homologação?
- Retenção lançada direto na contabilidade, sem passar pelo documento: o imposto está no razão e não na apuração. Como detectar?
- A pré-apuração da Reinf depende de regras de relevância. Quem define o que é relevante e como registrar a decisão?
- Antes de configurar a Reinf, como confirmar que a retenção sai certa no ERP padrão?
- Mudança de plano de contas ou de centro de lucro no meio do ano: o que quebra primeiro, a guia ou o fechamento?
- O mapeamento de contas para o plano referencial vive em planilha paralela. O que muda ao centralizá-lo e quem perde poder com isso?
- ECD e ECF divergem nos saldos. Em que ordem investigar: contabilidade, plano referencial ou apuração?
- O arquivo da ECD passa no validador, mas faltam participantes e centro de custo. Quem deve perceber isso?
- A conferência do ISS só no total esconde diferença entre competências. Como estruturar a conferência?
- Um município sem configuração aparece nas pendências. Bloquear a apuração ou apurar o restante?
- Depois do corte, como concilio as apurações do ECC com as do S/4HANA?
- Quais programas e transações próprios preciso revisar antes de converter?
- No inventário antes da migração, o que devo medir e o que posso só interpretar?
- O bloco K aparece sem dados no arquivo, mesmo com produção no período. Onde olho primeiro?
- Como descubro por que o valor do bloco E não bate com a apuração?
- Qual a diferença entre a apuração de ICMS e IPI e o arquivo do SPED Fiscal no GUEPARDO Tax?
- Quando eu faço a prova final e como funciona o certificado?
- Como devo preparar o projeto final?
- Qual a diferença entre sustentação interna e contratar suporte externo?
- Quando uma mudança de regra própria exige regressão antes de ir para produção?
- Como provar que a apuração bate sem depender de uma pessoa específica?
- Quem deve ser o dono de uma regra fiscal no sistema?
- Como conciliar os eventos enviados com a apuração do sistema?
- Quando devo transmitir por carga e quando simular os eventos antes?
- Qual a diferença entre os eventos de tabela e os eventos periódicos?
- Por que as compensações precisam de atenção na apuração?
- Como corrigir uma apuração da Reinf que já foi criada?
- Qual a diferença entre pré-apuração e apuração na Reinf?
- Quando eu devo configurar processos administrativos e judiciais na Reinf?
- Por que o cadastro complementar de fornecedor é necessário para a Reinf?
- Qual a diferença entre configuração principal da Reinf e regras de determinação de campos?
- Como o vínculo entre empresa e PCR deve ser configurado?
- Qual a diferença entre encerramento virtual e encerramento efetivo?
- O que significa centralizar o PCR e quem ganha com isso?
- Quando os intervalos de numeração da ECF devem ser revisados?
- Como ler o painel de escriturações da ECF?
- Qual a diferença entre ECD e ECF, e por que elas precisam conversar?
- Quando as versões de leiaute da ECD precisam ser atualizadas no sistema?
- Como o sistema obtém os dados contábeis para a ECD?
- Qual a diferença entre criar, modificar e excluir uma escrituração da ECD?
- Quando devo usar o DAM em lote e quando gerar um por vez?
- O que fazer quando um município não tem configuração no sistema?
- Qual a diferença entre apuração do ISS e sub-apuração?
- Por que a EFD Contribuições é explicada em três partes?
- Quando devo lançar um crédito manual e quando devo deixar o sistema calcular?
- Qual a diferença entre buscar documentos e consolidar documentos na apuração?
- Quando os intervalos de numeração precisam ser definidos?
- Por que no painel de apuração é preciso ler antes de clicar?
- Como eu leio um manual e uma tela sem me perder entre Configuração e Funcionalidade?
- Quando eu preciso do vocabulário fiscal da aula no dia a dia?
- Quem é responsável pelo quê: NTT, DFSpro e a empresa?
- Qual a diferença entre o ERP e o motor fiscal que roda ao lado dele?